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quarta-feira, 10 de junho de 2015

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL




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Neste programa de Inteligência Emocional, você será capaz de transformar e produzir crenças que sustentem e alavanquem seus objetivos. Ele tem como objetivo ajudar pessoas a aumentarem sua efetividade em tudo o que fazem. Assim como promover o bem estar e a felicidade do indivíduo, tanto na área pessoal quanto na profissional, desenvolvendo as competências pessoais e sociais definidas por Daniel Goleman.

No campo pessoal, o curso atua como um poderoso agente transformador introduzindo o conceito da autorresponsabilidade, que através de ferramentas específicas produzirá grandes mudanças e realizações na vida conjugal, na relação entre pais e filhos, e em geral em todo o cenário familiar, assim como na área financeira. No campo profissional, o mesmo conceito o auxilia no alcance de grandes resultados através da maximização de suas competências, sendo válido para o autodesenvolvimento e o amadurecimento profissional.

Você conquistará:

1. Equilíbrio e Força Emocional
2. Reprogramação de Crenças
3. Altaperformance Profissional
4. Reestabelecimento do Autocontrole Emocional
5. Autoestima e Eliminação de Autossabotagem
6. Realização de Metas e Objetivos
7. Eliminação dos Sintomas de Traumas e Vícios
8. Restauração de Relacionamentos
9. Quadros Mentais e Matriz de Mudança Humana

Por que fazer?
1) Alguma vez já se sentiu sem energia, desmotivado, deprimido, sem ânimo, angustiado ou com medo de algo que não sabia exatamente o que era?
2) Você já disse ou fez algo a uma pessoa que ama e depois se arrependeu profundamente?
3) Já teve sentimentos como raiva incontrolável, tristeza profunda, reações desproporcionais, choro incontrolável ou se sentiu sem vontade de sair da cama de manhã?
4) Alguma vez teve pensamentos ruins que sabia que não eram seus porque você pensa claramente diferente disso?
5) Já se perguntou porque atrai pessoas para sua vida que considera inadequadas para você?
6) Você perdeu alguém física ou emocionalmente muito querido que o fez perder o gosto pela vida?

PONTOS-CHAVE
A Inteligência Emocional contrapõe-se ao estreito padrão do modelo do QI, apostando em uma visão multifacetada do ser humano e oferecendo um quadro muito mais rico em referências e critérios, existente na capacidade humana, talentos, aptidões e no potencial dos indivíduos para o êxito e o sucesso pessoal. O curso fundamenta-se na linguagem avançada para alterações de crenças utilizando da comunicação humana integrada como fator de reprogramação mental.

COACHING INTELIGENCIA EMOCIONAL - CIE – Garantia do seu dinheiro de volta
Ao decidir fazer o CIE, você tem total garantia de receber seu dinheiro de volta caso não perceba até o nosso 3º intervalo, depois do almoço, que terá ganhos importantes em sua vida. Se, depois de participar do curso você não sentir que a sua vida será impactada, você tem até o retorno do 3º intervalo para notificar sua desistência por escrito na recepção do evento. Você devolve o material do curso e nós iremos devolver integralmente o seu pagamento, sem questionamentos. Você não tem nada a perder!

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sábado, 18 de abril de 2015

METAS E OBJETIVOS



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Usando conceitos e ferramentas de coaching, o curso dará ao participante a capacidade de criar, traçar e atingir suas metas mais ousadas, seja na vida pessoal quanto na vida profissional. O aluno irá usufruir plenamente do seu potencial e obter excelência em seus resultados, focados sempre na autorrealização.
BENEFÍCIOS:
Potencialização de habilidades
Desenvolvimento e alta performance
Eliminação dos sintomas de traumas e vícios
Realização de metas e objetivos

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terça-feira, 17 de março de 2015

Psicologia Positiva








Você sabe como a Psicologia Positiva pode lhe ajudar?


Com foco nas emoções afirmativas, a Psicologia Positiva ensina a superar seus problemas passados, tendo a motivação como foco de aprendizagem e crescimento pessoal e profissional. Com o desenvolvimento desse método, suas percepções são ampliadas e novas soluções encontradas. Você passa a identificar o problema como uma oportunidade de se desenvolver com autoconfiança e segurança.

Os erros mais comuns na comunicação de mensagens urgentes



Com a expansão tecnológica, percebe-se um paradoxo na comunicação: a criação e a extinção de fronteiras. Como exemplo, líderes e colaboradores, empresas e clientes podem receber – em segundos - a confirmação de recebimento de uma mensagem. Mais que isso, podem saber se o destinatário leu tal texto.
Apesar de tal facilidade, uma grande fronteira pode ocorrer pela falta de sensatez comunicativa. Como na língua falada, o diálogo digital exige cuidados, como pontuação, concordância, devida conjugação verbal e, principalmente, bom-senso. Para se evitar uma possível tragédia comunicativa, vejamos alguns pontos:

1. Em ferramentas de mensagens urgentes, como o Whatsapp, procure não enviar textos “quebrados”; reúna as informações em um único parágrafo apenas e aguarde a resposta.

2. Como estamos sendo constantemente observados pelo conteúdo de nossas mensagens, não exagere no “internetês”, mesmo nas mensagens urgentes. Revise sempre o texto, releia-o, retire o excesso e elimine possíveis ambiguidades, a fim de ser coerente com sua postura.

3. Sem a devida permissão, não inclua líderes ou colaboradores em grupos virtuais de amigos;

4. Na situação profissional, evite o envio de mensagens, fotos ou vídeos repassados, mesmo com belíssimo significado poético ou religioso;

5. Ícones emotivos em excesso são ruídos e tornam o texto muito infantil;

Apesar disso, não se está aqui defendendo o preciosismo; não são “oito” nem “oitenta”; a grande questão é ser sociável e alcançar os objetivos por meio de um determinado texto. Por isso, conheça o máximo possível seu interlocutor, seu destinatário, evitando receber a desagradável frase “você foi bloqueado!”.
Um abraço, até a próxima e siga-me pelo Twitter!

https://twitter.com/jodayemidio

Joday E. Galvão
Coach

Estas 7 atitudes podem decretar o seu fracasso profissional



Formação técnica, competências práticas - como visão sistêmica e flexibilidade - e perfil comportamental são ingredientes que, equilibrados, formam a base da receita de sucesso na carreira.
Some-se aí um ambiente profissional propício ao desenvolvimento e está pavimentada a escada da ascensão profissional, segundo Maximiliano Bavaresco, sócio-diretor da Sonne Branding.

Assim, tanto quanto a formação técnica, competências práticas e cultura organizacional, o perfil comportamental é, sim, fator crítico na trajetória de carreira de qualquer pessoa.
E, em meio à rotina agitada, muitos profissionais não se dão conta de que pode haver algo de errado na maneira como se portam. “A falta de autoconhecimento e autocrítica é um dos principais problemas que eu vejo hoje no mundo corporativo”, diz Eliane Figueiredo, presidente da Projeto RH.
Veja alguns exemplos de atitudes e comportamentos que só vão comprometer o sucesso, segundo os especialistas:

1. Terceirizar a culpa

Quando o desempenho e o resultado são aquém do esperado, sempre há quem saia distribuindo a culpa a pessoas ou fatores externos: o mercado que sofreu retração, a Copa do Mundo que atrapalhou, as condições climáticas que surpreenderam.
“Deixem de lado a história de terceirizar a culpa. De alguma forma, em tempos fartura ou de crise tem empresas ganhando ou perdendo, executivos sendo promovidos ou demitidos. Todo mundo sabe as dinâmicas do mercado”, diz Bavaresco.

2. Só tomar decisões embasadas em certezas

“O grande executivo age em momentos em que não dá para ter certeza”, diz o sócio-diretor da Sonne Branding.
Em situações em que ninguém tem a resposta, o executivo precisa confiar no seu próprio julgamento para tomar decisões estratégicas. Quem espera pela certeza perde a chance de inovar e se destacar.

3. Não levar em conta que o fracasso é possível

O planejamento estratégico deve sempre levar em conta a chance de contratempos, revezes ou até catástrofes. “É preciso ter um plano B e até um plano C”, diz o empresário Ernesto Haberkorn, fundador da TOTVS.
Capacidade de se antecipar e ter visão de médio e longo prazo é uma das qualidades de executivos de sucesso. “Do contrário, a pessoa vira um gestor de problemas”, diz Bavaresco. Lembre-se e prepare-se: a chance de não dar certo geralmente é maior do que a de dar certo.

4. Superestimar (ou subestimar) a própria competência

Não é possível ser excelente em tudo. Aceite suas limitações e, com isso, aproxime-se de pessoas complementares em termos de habilidades e competências.

“A maioria procura se cercar de pessoas medíocres, com medo que pessoas brilhantes as ofusquem”, diz Bavaresco.
O contrário também é válido. A falta de autoconfiança é nociva e paralisante. “Muitas vezes as pessoas não percebem que têm crenças limitantes que barram a iniciativa”, diz Eliane.


5. Aceitar cargo de gestão sem ter perfil para tal

“Lembro-me de certa vez em que nosso melhor técnico foi ser diretor na Argentina e, sem perfil de gestão, foi o fim da carreira dele”, diz Ernesto Haberkorn.
“Falta de consciência faz com que a pessoa assuma um trabalho para o qual não está preparada. E acaba comprometendo o resultado”, diz Eliane.Por isso, é sempre bom avaliar se os principais ativos de carreira estão ligados às habilidades técnicas ou de gestão.
Para quem tem perfil mais técnico, o caminho do sucesso, diz o fundador da TOTVS, passa pela especialização necessária na carreira em Y.

6. Conformismo e procrastinação

Medo de arriscar resulta em conformismo e medo de errar, em procrastinação, segundo Eliane Figueiredo. Esperar passivamente pelos desafios ou adiar a execução de tarefas complexas são comportamentos que demonstram a ausência de uma competência altamente valorizada no mercado atual: a proatividade.

7. Falta de capacidade de adaptação

A palavra chave, em tempos de crise e estruturas mais enxutas, é resiliência. O mercado de trabalho é dinâmico e se destaca quem acompanha suas mudanças.
Fugir do papel de vítima e enxergar as oportunidades que aparecem em meio às turbulências do mercado e da economia é a dica para quem quer alavancar a carreira em vez de decretar o fim dela.

7 erros de postura durante uma entrevista de emprego



O ambiente da entrevista de emprego não é dos mais confortáveis. Por isso, muitas pessoas acabam cometendo erros que podem valer a vaga. “Normalmente, os candidatos não têm consciência de que estão cometendo uma falha, e isso os leva a armadilhas”, diz Reinaldo Polito, mestre em Ciências da Comunicação e professor de expressão verbal.

Outro forte motivo para que os deslizes apareçam é o nervosismo. “Quando a pessoa está muito nervosa, fato comum quando se sente avaliada, costuma apresentar comportamentos negativos e prejudiciais às suas pretensões”, complementa.

Lembre-se, então, de que o corpo também fala e é preciso prestar atenção não só naquilo que você fala, mas também na postura que tem durante a entrevista. “Uma forma de perceber insegurança é através da voz trêmula, quando a pessoa senta muito no canto da cadeira ou quando ela não olha nos olhos, por exemplo. A antipatia é percebida quando a pessoa balança a cabeça em negativa, vira os olhos em sinal de protesto ou fica tão retraída a ponto de ficar instransponível. E o temido nervosismo aparece quando a pessoa gagueja, usa vícios de linguagem, transpira demais, fica com a voz embargada ou os olhos mareados”, conta Cíntia Bortotto, consultora de RH.

Porém, por mais que seja difícil controlar esses sintomas, há formas de evitar que os erram apareçam. “O principal ponto é o autoconhecimento. Quando você sabe quais são os pontos a desenvolver fica mais fácil se preparar para as perguntas. Quem se conhece faz isso de forma natural e madura”, revela Cíntia. Outro aliado é o preparo para o processo seletivo. “Quanto mais você participa de processos seletivos, melhor você vai se comportando neles, porque você vai adequando o que julgou que não foi tão positivo quanto você gostaria”, avalia a profissional.

Saiba ainda quais são as características do cargo para o qual você está se candidatando. “Veja, por exemplo, que tipo de competências e experiências são exigidas para que o profissional assuma a função. Dessa forma, você poderá dirigir as suas respostas e o rumo da conversa para as suas qualificações que se adequem ao que a empresa necessita”, recomenda Polito. Veja a seguir os erros mais comuns durante as entrevistas de emprego.

1. Agir com arrogância

Durante a entrevista, não é legal parecer uma pessoa que se basta ou que é a melhor de todas. “Para concorrer a uma vaga, é positivo demonstrar que se tem autoconhecimento suficiente para saber onde pode contribuir e o que pode melhorar, afinal ninguém se basta”, avalia Cíntia.
Quando o candidato se apresenta com ar prepotente e vaidoso, acaba criando resistências e antipatias desnecessárias. “As demonstrações são fáceis de identificar: cabeça levantada, olhar vindo de cima para baixo, gestos medidos e artificiais e preocupação excessiva com a aparência são algumas delas”, enumera Polito.

2. Esconder-se do entrevistador

Nem se gabar demais, nem se esconder demais. Não se preparar para a entrevista e não saber trazer bons exemplos de comportamento, ou traduzir sua experiência em resultados, são pontos negativos. “Se o candidato se apresentar de maneira tímida, desconfortável e hesitante pode dar a impressão de pessoa frágil, que não tem domínio sobre o que fala e, consequentemente, compromete sua credibilidade”, diz Polito.

Os sinais, nesse caso, são vários, como fugir constantemente com os olhos, esfregar as mãos nervosamente e cruzar e descruzar as pernas.

3. Falar demais e se perder nas respostas

Fale de maneira natural e espontânea. “Alguns candidatos falam muito e acabam se perdendo na resposta e cansando o entrevistador, que tem um tempo para falar com a pessoa. Isso pode contar pontos negativos”, diz Cíntia. Por isso, mostre energia, envolvimento e interesse ao falar. “Mas não é para subir no palanque e fazer um discurso. Lembre-se sempre da naturalidade”, salienta Polito.

4. Parecer indeciso

Não mostre que você deixou-se levar pela vida. “Isso dá a entender que você teve escolhas conscientes. Este tipo de candidato demonstra que aceitou de bom grado tudo o que a vida lhe ofereceu, mas não tomou a frente fazendo escolhas, e, em geral, não tem um plano do que quer para a sua carreira”, ressalta Cíntia.

5. Usar vícios de linguagem

Eles são típicos dos candidatos que estão nervosos. Mas você deve evitá-los ao máximo. “Não use 'né?', 'tá?' ou 'entende?' ao final das frases. Expressões como 'tipo assim e 'na verdade' e outros ruídos desnecessários como ã e é nas pausas das frases também não são bem vistos”, diz Polito.
Cuidado com as palavras rebuscadas e redobre a atenção com os estrangeirismos. “Você pode usar termos técnicos, mas não exagere. Lembre-se de que o entrevistador não é especialista na sua área”, adverte Polito.

6. Abusar da presença de espírito

Usá-la em alguns momentos é até proveitoso, mas não tente bancar o palhaço. “Excesso de brincadeiras só atrapalha”, indica o professor. A ironia fina e o humor sutil demonstram inteligência e preparo intelectual. Piadas pesadas e de humor rasteiro estão vetadas, já que podem levar à vulgaridade.

7. Mentir

É importante que você faça uma lista dos desafios profissionais que superou e dos resultados que conquistou. “Mas não minta, pois isso será uma grave falha na avaliação do recrutador”, aconselha Polito. Dê informações que o valorizem, mas não as invente.

3 motivos que levam profissionais às sessões de coaching



Uma das alternativas para dar um empurrãozinho na carreira é passar por um processo de coaching, dizem os especialistas. A partir de ferramentas específicas, o auxílio de um coach, em alguns casos, pode ser essencial para que o profissional atinja metas e objetivos de ascensão no mundo corporativo.

Segundo Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLACoaching), a procura por coaching profissional tem crescido bastante. “Na comparação entre outubro de 2012 e outubro de 2011, a alta é de 280%”, diz.

Se os números comprovam a ganho de território dos coaches, qual é o momento certo para apostar nos serviços deste tipo de profissional? E quem deve procurar? Segundo  França, a iniciativa tem partido tanto das organizações quanto dos próprios profissionais.
“Hoje, 60% da demanda vem das organizações e 40% dos próprios profissionais”, diz. Ainda, de acordo com ele, são basicamente três cenários que levam à procura pelos processos de coaching, confira quais são:

1 Transição de Carreira

Deixar uma atividade consolidada e partir para o novo nem sempre é fácil. Por isso, a escolha de novos rumos profissionais leva muita gente para as salas dos coaches, explica França.
Isso acontece porque antes de dar uma guinada na carreira é preciso levar alguns aspectos em consideração, para que a mudança seja o mais tranquila possível.

Descobrir interesses, aptidões e habilidades e, combiná-las com a demanda do mercado, encontrando a atividade ideal para o seu perfil profissional são os pontos principais do coaching voltado para mudança de carreira, explica o especialista.

“Nesse caso o processo é focado nesta transição, para que a pessoa se encontre, ache a carreira correta para ela”, diz França, lembrando que mudanças de departamento e de área na mesma empresa também levam profissionais às sessões de coaching.

2 Cargo de liderança à vista

Se o esforço individual pode garantir a sonhada promoção a chefe, o sucesso na hora de gerir uma equipe demanda novas habilidades e competências. É neste momento que o coach entra em cena, explica França.

“O profissional que nunca liderou vai precisar desenvolver esta habilidade, aprender a desenvolver pessoas e manter o foco no resultado. O processo de coaching vai fazer a junção disso”, diz.

3 Perspectiva de um grande projeto

De acordo com França, a perspectiva de tocar um importante projeto na empresa também é um tema recorrente nos processos de coaching.

“Geralmente o profissional não ainda não teve a oportunidade de gerir um grande projeto e por isso recebe a ajuda do coach para desenvolver as competências necessárias”, diz.
A direção do processo de coaching, neste caso, será ditada pela demanda do projeto. “É um desenvolvimento específico de competências”, diz França.

FONTE: exame.com